Técnicos avaliam impactos depois de acidente com material químico
Caminhão transportava amônia que virou no km 784 da BR-116.
Material deve ser retirado do local até a quinta-feira (31).
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Técnicos avaliaram, nesta segunda-feira (29), os impactos ambientais de
um acidente com um caminhão que despejou material químico na BR-116, na
Região da Zona da Mata, em Minas Gerais. Parte da carga foi parar no Rio Pirapetinga.
Em nota, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) descartou a possibilidade de prejuízos ao abastecimento da cidade, mas a Polícia Rodoviária Federal informou que o vazamento atingiu a manancial de um rio e que, por isso, aguarda a verificação do órgão ambiental.
Depois do acidente, os 112 tambores e embalagens que armazenavam 5 mil litros de amônia, graxa e tintas estão espalhados no km 784, entre Além Paraíba e Leopoldina. No local, foi colocada sinalização e o trânsito está em meia pista.
Como a amônia é tóxica a retirada do material só poderá ser feita por uma empresa especializada, que virá de Lavras para fazer o trabalho. A previsão é de que esse trabalho seja feito até quinta-feira (31). Será preciso também raspar o solo e o asfalto que foram contaminados.
De acordo com a Copasa, a análise não registrou contaminação na água do Rio Pirapetinga.
fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2012/05/tecnicos-avaliam-impactos-depois-de-acidente-com-material-quimico.html
Observações:
Atualmente acidentes sobre derramamentos de materiais químicos estão muito frequentes. O translado desses materiais estão cada vez mais perigosos por causa das suas consequências em relação ao meio externo, como as pessoas e o meio ambiente. Um dos derramamentos mais repercutidos e nocivos para o meio ambiente são os de petróleo. O vazamento de petróleo pode ocorrer em navios petroleiros, nas plataformas de extração e nos oleodutos de distribuição, causando danos enormes ao meio ambiente. Esse derramamento acontece em razão de falhas estruturais dos equipamentos, falhas humanas na execução e também pela pressão exercida no fundo do oceano que pode causar fissuras ou falhas no assoalho, escapando gás ou óleo. Em um desastre ambiental desse tipo são lançadas no mar quantidades enormes do produto, formando manchas que são espalhadas pelas correntes marítimas e pelas correntes de ar.

Um dos piores desastres com o lançamento de petróleo no oceano ocorreu nos Estados Unidos, no ano de 2010, quando uma quantidade enorme do líquido ficou vazando por meses, atingindo uma extensa área do Golfo do México. O prejuízo ambiental foi incalculável e muitas espécies animais e vegetais foram atingidas, tanto no mar quanto na costa.
Cada vez mais estamos expostos a esses tipos de acidentes, por isso a prevenção é muito importante. A conscientização e a formação dos trabalhadores no local de trabalho são a melhor forma de prevenir acidentes, a que acresce a aplicação de todas as medidas de segurança coletiva e individual inerentes à atividade desenvolvida. Os custos dos acidentes de trabalho, para os trabalhadores acidentados e para as empresas, são elevadíssimos. Então devemos estar de olhos bem abertos para esses tipos de acidentes a fim de evitá-los e diminuir os danos ocasionados por estes.
Em nota, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) descartou a possibilidade de prejuízos ao abastecimento da cidade, mas a Polícia Rodoviária Federal informou que o vazamento atingiu a manancial de um rio e que, por isso, aguarda a verificação do órgão ambiental.
Depois do acidente, os 112 tambores e embalagens que armazenavam 5 mil litros de amônia, graxa e tintas estão espalhados no km 784, entre Além Paraíba e Leopoldina. No local, foi colocada sinalização e o trânsito está em meia pista.
Como a amônia é tóxica a retirada do material só poderá ser feita por uma empresa especializada, que virá de Lavras para fazer o trabalho. A previsão é de que esse trabalho seja feito até quinta-feira (31). Será preciso também raspar o solo e o asfalto que foram contaminados.
De acordo com a Copasa, a análise não registrou contaminação na água do Rio Pirapetinga.
fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2012/05/tecnicos-avaliam-impactos-depois-de-acidente-com-material-quimico.html
Observações:
Atualmente acidentes sobre derramamentos de materiais químicos estão muito frequentes. O translado desses materiais estão cada vez mais perigosos por causa das suas consequências em relação ao meio externo, como as pessoas e o meio ambiente. Um dos derramamentos mais repercutidos e nocivos para o meio ambiente são os de petróleo. O vazamento de petróleo pode ocorrer em navios petroleiros, nas plataformas de extração e nos oleodutos de distribuição, causando danos enormes ao meio ambiente. Esse derramamento acontece em razão de falhas estruturais dos equipamentos, falhas humanas na execução e também pela pressão exercida no fundo do oceano que pode causar fissuras ou falhas no assoalho, escapando gás ou óleo. Em um desastre ambiental desse tipo são lançadas no mar quantidades enormes do produto, formando manchas que são espalhadas pelas correntes marítimas e pelas correntes de ar.
Um dos piores desastres com o lançamento de petróleo no oceano ocorreu nos Estados Unidos, no ano de 2010, quando uma quantidade enorme do líquido ficou vazando por meses, atingindo uma extensa área do Golfo do México. O prejuízo ambiental foi incalculável e muitas espécies animais e vegetais foram atingidas, tanto no mar quanto na costa.
Cada vez mais estamos expostos a esses tipos de acidentes, por isso a prevenção é muito importante. A conscientização e a formação dos trabalhadores no local de trabalho são a melhor forma de prevenir acidentes, a que acresce a aplicação de todas as medidas de segurança coletiva e individual inerentes à atividade desenvolvida. Os custos dos acidentes de trabalho, para os trabalhadores acidentados e para as empresas, são elevadíssimos. Então devemos estar de olhos bem abertos para esses tipos de acidentes a fim de evitá-los e diminuir os danos ocasionados por estes.
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