RIO - Da bancada dos laboratórios até as indústrias e o
grande público, descobertas científicas podem percorrer um caminho longo e
tortuoso, muitas vezes impedindo que o avanço no conhecimento traga benefícios
claros e rápidos para a sociedade. Para acelerar este processo e facilitar o
intercâmbio entre os cientistas e destes com as empresas, o Instituto de
Microbiologia Paulo de Góes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),
lançou ontem o BioInovar, polo de biotecnologia que reunirá os principais
laboratórios da instituição, hoje espalhados pelo campus da Ilha do Fundão, em
uma estrutura física integrada, a um custo estimado em R$ 20 milhões.
Comentário :
Segundo o site pesquisado este laboratório super equipado será o maio do setor do Brasil e o único do Rio de Janeiro. Ele será construído respeitando rigorosamente as regras de biosseguraça, porque ele será utlizado para analise de vírus e outros microrganismos relacionados a doenças epidemicas
Já existe unidades que utizam bactérias capazes de digerir o petróleo utilizadas em vazamentos de petroleo, existe também outros microrganismo que podem ser usados para diminur a poluição ambiental.
Esta tecnologia será muito importante caso haja algum desatre ambiental capaz de ser controlada por esses poderosos seres microscópicos. Por exemplo no vazamento de petróleo que ocorreu nos Estados Unidos da América.
Ele será o "maio" mesmo?
ResponderExcluirAlias,o custo para fazer as pesquisas não seria mais vantajoso utilizar a quimica para fazer isso?
este tipo de pesquisa necessita de dinheiro, seja utilizando a quimica ou não. A microbiologia está consequentemente relacionada a química. Acho que sabemos disso,nè?
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ExcluirTOCO!
ExcluirNão, a minha pergunta foi que se utilizarmos a quimica, que já é conhecido o modo de usar, não possui um melhor custo beneficio do que pesquisar um novo modo para realizar os serviços?
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